ENCONTRO DA FAMÍLIA - 2010

Autor: santos | julho 7, 2010

A Comunidade  Católica Sagrada Família, se antecipa na  celebração da SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA,  e  promove  no dia 01 de agosto (domingo) na Paróquia São Jorge Mártir em Santos, o  II ENCONTRO DA FAMÍLIA

 

Na  primeira edição do evento, no ano passado, o Encontro reuniu cerca de 80 famílias, em torno de 40 crianças, 30 jovens e adolescentes e mais de 150 adultos entre casados e solteiros.

 

Neste ano, o evento mantém a programação atrativa um dia inteiro de programação, enriquecida com muita animação  e  partilhas. No mesmo esquema, estaremos em módulos desenvolvidos simultaneamente em ambientes distintos com dinâmica e condução diferentes de acordo com a realidade vivencial de cada um. Teremos módulos para os casais, jovens, adolescentes e crianças ao mesmo tempo e no mesmo lugar. 

 

O Encontro acontece num domingo – Dia do Senhor e da Família - tem início às 8h30  e termina com a celebração da Missa às 18h

         O pregador oficial será Italo Fasanella, da Arquidiocese de São Paulo – Capital  e Fundador da Comunidade Sagrada Família.

        

         Os interessados devem preencher uma ficha de inscrição diretamente na Paróquia São Jorge Mártir ou em nossa Casa de Missão (informações abaixo). O valor da taxa de contribuição é de R$ 10,00 por família, com almoço incluso.

 

          

Informações:
Paróquia São Jorge Mártir
Praça Rubens Ferreira -  Estuário (próxima a Paróquia São Benedito)
Tel.: 3236-3528 – diariamente a partir das 14h.
 
Casa de Missão da Comunidade Sagrada Família
Av. Pedro Lessa, 2532 altos – Embaré – Santos
Aberta ao público somente aos sábados das 16h às 20h
Tel.: 3345-5377 (deixe seu recado que retornamos)
ou pelo Email:  santos@sagradafamilia.org.br

 

Garanta já a sua participação.

 

ENVIE agora mesmo um email para santos@sagradafamilia.org.br com os seguintes dados:

 

NOME DE CRACHÁ:
 
IDADE:
 
TELEFONES PARA CONTATO:
Res.:
Cel.:
 
E-MAIL:
 
CIDADE:
 
ESTADO CIVIL (casado ( a), solteiro ( a), divorciado ( a) ou casado( a) em 2a. união)
SE CASADO ( A), QUANTO TEMPO?
TEM FILHOS? ( sim ou não) QUANTOS?
 
RELAÇÃO DOS FAMILIARES QUE IRÃO PARTICIPAR:
 
NOME CONJUGE P/ CRACHÁ:
IDADE:
 
NOME FILHO(A) P/ CRACHÁ:
IDADE:
 
NOME FILHO(A) P/ CRACHÁ:
IDADE:
(Se tiver mais filhos, indique abaixo)

 

Participa de alguma Paróquia? (sim ou não) Qual?
Não se preocupe, a Taxa de contribuição pode ser paga no dia do evento

 

Rodrigo Ramos

Comunidade Católica Sagrada Família

Incluído na Coluna: Uncategorized | Sem comentários »


Missa dos 16 anos de Fundação do carisma Sagrada Família

Autor: santos | junho 19, 2010

folder_missa16anos2

Incluído na Coluna: Uncategorized | Sem comentários »


Onde é que você gasta o seu tempo?

Autor: santos | março 4, 2010

Onde é que você gasta o seu tempo? O que é essencial ou acidental em você? Onde é que você derrama a sua vida?
Amar é doer o tempo todo. Você ama um filho e sabe que ele precisa ir para a escola, mesmo que ele fique lá gritando e você saia chorando, porque ele precisa se desprender de você. Na minha infância, eu fazia xixi na calças na escola só para ir para casa ficar com minha mãe. Até que no quarto dia a professora disse que tinha providenciado uma cuequinha. Ali foi o momento em que eu aprendi a perder.
Você mãe tem dor de parto para trazer seu filho ao mundo. Mas você vai “parturir” esse menino o tempo todo. Mãe que não sabe perder, não sabe educar o filho. Digo tudo isso para falar da sarça ardente e da ordem de Jesus sobre a travessia rumo à nossa conversão.
Moisés reconhece a missão de levar o povo a passar pelo deserto. E vê uma sarça que queima sem se consumir. Mas ele tem consciência de aquele momento é acidental em sua vida. Deus poderia ter se manifestado de outra forma. Acidental é aquilo que poderia ser diferente, que não faz falta, que com a ausência a vida continuaria do mesmo jeito.
Voltamos à música. “Eu só peço a Deus que a dor não me seja indiferente, que a morte não me encontre um dia solitário sem ter feito o que eu queria”.
A morte teria encontrado Moisés se ele pensasse que na sarça ele tinha visto tudo. Deus não nos entrega nada para que isso morra, mas para ser multiplicado. Qualquer experiência humana não termina ali, mas sempre tem um algo a mais.
Sarças podem arder tanto para encantar, como para desesperar, quando você viveu aquele momento de dor e disse que era demais, que não iria suportar. “Não vejo outra perspectiva, não vejo solução”. Mas você fez um desafio a si mesmo e não ficou parado com a sarça.
A vida, às vezes, nos faz parar para ver a sua beleza, mas também a sua tragédia. E nada pode nos parar. É a junção do calvário e sepulcro vazio que dão sentido à nossa vida. O que vai fazer a diferença é o modo como você encara o momento que vive.
A vida é inteligente o tempo todo. A morte é um processo natural de dar lugar ao outro. Está certo que a gente ama, mas você não pode ficar parado. Não pare naquele momento, porque o definitivo é destrutivo sempre. O definitivo chama-se inferno e quem cai no definitivo corre o risco da arrogância. Amor sobrevive daquilo que não sabemos do outro, mas desconfiamos, estamos descobrindo a cada dia.
“Essa festa está tão boa que eu não queria que acabasse”. Mentira! Já está na hora de ir embora. O resto da vida é tempo demais. O pôr do sol só é bonito porque está acabando. Se não fosse passageiro não iríamos prestar atenção nele, pois estaria ali toda hora.
Deus nos indica um caminho a percorrer. O que Jesus nos fala é: “Corra atrás do que está em você. Dentro de você há tantos lugares para chegar, tanto pôr do sol. No lugar da trovoada também ter pôr do sol”. Você não nasceu para o definitivo das tragédias.
Religião é antes de qualquer coisa a mistura do sagrado e divino em nós. Conheça o que você é, porque assim você saberá trabalhar melhor com você mesmo. Nós queremos conhecer o outro, mas não queremos conhecer a nós mesmos. É luta o tempo todo. Você vai ver o que é atraente, mas também os seus espinhos. E fazer a experiência de caminhar no deserto e ir além.
E se Jesus perguntar quem é você? O que você tem feito da sua vida? O que você tem permitido que os outros façam da sua vida? O que na sua vida é essencial? Onde você gasta os seus dias, as suas horas?
A gente está lidando o tempo todo com “abelhas” que nos rondam o tempo todo para extrair alguma coisa de nós. O que sai? Mel ou fel? É muito fácil produzir mel quando tudo está favorável a nós. Mas o desafio está em dar testemunho da nossa fé quando tudo está desarrumado e proclamá-la para aquele que nos fez “descer da árvore”.
Você quer ser feliz, acertar, mas corre o risco de chegar lá e dar conta de que não deu certo. Só chega lá quem toma a disciplina de não desistir.
O que você gostaria de fazer? O que você gostaria de sonhar diferente? Se hoje você morresse, quais sonhos morreriam junto com você?
Só sobrevive no deserto quem se planeja para fazer uma travessia segura. A coisa mais fácil é perder o rumo da vida, gente. Basta uma luz no foco errado. Cuidado com tudo aquilo que brilha demais, que é muito artificial.
Nunca vi um rapaz chorando porque não ganhou o iate que queria. Mas já vi muitos rapazes chorando sem terem coragem de contar que queriam se sentir amados. A falta de amor faz chorar, destrói. Amor é essencial. E muitas vezes nos prendemos para dar aos filhos o que é acidental.
Nós só conseguimos suportar a travessia do deserto se estivermos agrupados. Ninguém chega ao céu ou ao inferno sozinho. Sempre estamos agrupados.
Essa música é diferente da outra e nos dá esperança: “Eu preciso de Ti, meu Senhor. Quero caminhar contigo e não mais andar sozinho. Eu preciso de Ti”.

Se quiser ir longe segure nas mãos desse Deus, que se oferece na Eucaristia.
Deus te abençoe!

Padre Fábio de Melo
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11755

Incluído na Coluna: Uncategorized | 1 Comentário »


Oração e cura - fato ou fantasia?

Autor: santos | fevereiro 24, 2010

Por  Roque Marcos Savioli *

Por mais polêmica que seja a discussão sobre a interferência da fé em nossa saúde física e mental, esse assunto transcende os nossos consultórios quando transmitimos aos pacientes um diagnóstico desfavorável.

Devemos permanecer calados, frios ou até sarcásticos quando nos fazem referência à pretensa proteção divina? Evidentemente que não, pois a nossa impotência profissional sempre é reafirmada pela inexorabilidade do sofrimento e da morte. Além da nossa competência profissional e técnica, não podemos nos esquecer que à nossa frente pode estar um ser que sofre e que, independente da sua doença, está ali para ser ouvido e muitas vezes para ter o seu sofrimento compartilhado com aquele que o atende.

Todo o cartesianismo e o ceticismo de vários cientistas ficaram extremamente abalados com os acontecimentos que ocorreram em muitos santuários marianos de todo o mundo. Incapazes de provar eventuais fraudes, foram obrigados a admitir os fatos, embora não conseguissem explicá-los. Isso ocorreu em Lourdes, pequena cidade dos Pirineus Franceses, onde anualmente acontecem milhares de curas inexplicáveis segundo a ciência, atribuídas à fé e às orações pelo comitê internacional de médicos.

Em 1903, Aléxis Carrel, médico cirurgião de Lyon, França, testemunhou publicamente a cura milagrosa de um peregrino em Lourdes. O episódio gerou um enorme desconforto com o professor titular de cirurgia da universidade onde fazia seus estudos que terminou por desligá-lo do curso. Este fato o obrigou a se transferir para os Estados Unidos, onde anos mais tarde receberia o Premio Nobel em fisiologia.

Com a abertura da Igreja Católica ao pentecostalismo cristão, iniciado nos Estados Unidos nos anos 70, reuniões de oração se multiplicaram e com elas uma quantidade enorme de curas em todo o mundo. A ciência não ficou alheia ao que acontecia. Grupos médicos começaram a analisar os casos, inicialmente apenas para verificar possíveis fraudes, mas depois para tentar compreender a essência dos fatos.

A partir do final dos anos 90, surgiram cursos, congressos, eventos enfocando a relação entre a espiritualidade e a saúde, dando como frutos uma enormidade de trabalhos científicos publicados no mundo todo. São estudos qualitativos como entrevistas, grupos focais e inquéritos; e quantitativos como coortes (status de exposição), casos-controles, estudos tranversais, ensaios clínicos randomizados, metanálises e revisões da literatura. Os resultados mais consistentes que saíram dessas publicações demonstraram associação entre freqüência a serviços religiosos e redução das taxas de mortalidade, especialmente no sexo feminino.

Muitas críticas foram feitas por vários pesquisadores alegando a fragilidade metodológica dos estudos, principalmente pela existência de inúmeras variáveis não controladas durante os trabalhos. Recentemente, no entanto, os trabalhos publicados têm recebido maior atenção metodológica, controlando-se variáveis que poderiam influir nos resultados, tais como, sexo, suporte social, idade e renda.

É extremamente interessante o estudo da relação entre o envolvimento religioso e a saúde, aspecto que tem ocasionado aumento significativo das pesquisas nessa área, principalmente com a realização de exames não invasivos capazes de reconhecer áreas cerebrais envolvidas durante a oração, tais como a tomografia computadorizada com emissão de positrons, o PET scan e a ressonância magnética funcional.

Existem inúmeras explicações dos possíveis mecanismos envolvidos na relação entre envolvimento religioso e estado de saúde como a prática de ritos e crenças que podem levar as pessoas a viverem com níveis de estresse menores ou a fazerem experimentar emoções positivas como a capacidade de perdoar promovendo, dessa forma, uma melhor qualidade de vida.

Por outro lado, um grande número de pesquisas tem demonstrado a associação dos efeitos negativos do estresse sobre o estado de saúde, ocasionando várias patologias, entre elas a doença cardiovascular, principal responsável pela mortalidade nos dias de hoje. Por isso, o interesse dos pesquisadores vem se dirigindo à interação entre os sistemas imunológico, neurológico e psicológico, que exerce papel preponderante na gênese dos benefícios que o envolvimento religioso poderia trazer aos indivíduos no tratamento auxiliar de várias patologias, como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, depressão, ansiedade, entre outras.

O envolvimento religioso ou espiritual é uma das grandes forças que atuam no mecanismo de defesa contra o estresse crônico, podendo ser excelente no auxílio à prevenção ou combate de inúmeras moléstias e também no aumento da expectativa de vida.

 

* Roque Marcos Savioli é cardiologista, doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP, diretor da Unidade de Saúde Suplementar do INCOR e integrante da Association Medicale International de Lourdes. É pregador da Comunidade Canção Nova e autor do livro “Um coração saudável”, da Editora Canção Nova.

Incluído na Coluna: FORMAÇÕES | 3 Comentários »


Quer um filho bom? Gaste tempo com ele!

Autor: santos | novembro 25, 2009

Que a sociedade está em crise, ninguém duvida. Difícil mesmo é descobrirmos o caminho de saída da crise. Parece que estamos mais preparados para lidar com as guerras do que com as crises. Guerra é quando não queremos ouvir o inimigo. A saída é negociar, sentar para ouvir. Mas e a crise? Crise é quando não queremos falar ao amigo. O amigo bate à minha porta e esbarra num silêncio ensurdecedor. A sociedade procura os seus dirigentes e recebe em troca o silêncio dos discursos vazios.

É triste perceber que as famílias também estão em crise. É sinal de que alguém precisa dizer algo, romper o silêncio, combater a crise. É a figura do pai que, na maioria das vezes, deve chamar para si essa responsabilidade. O problema é que poucos homens estão dispostos a assumir esse papel.

Se existe guerra entre pai e filho, a mãe está sempre disposta a intermediar a relação. Ela tem grande disponibilidade afetiva e está quase sempre com os braços abertos, pronta para um gesto de compreensão e acolhimento.

Mas quando se trata de crise são o silêncio e a ausência de um pai que geram o problema. Mesmo nos lares em que não há um pai biológico alguém precisa assumir o papel paterno, preferentemente alguém do sexo masculino. Faz parte do desígnio de Deus que alguém assuma a realidade de pai.

O papel de pai é exigente porque a sua orientação, por mais afetuosa e pedagógica que seja, significa sempre um limite. Muitos se perguntam como impor limites que estimulem o respeito e o amor em família. Mas não basta começar a ditar regras. É importante compreender esse limite, que exige da figura paterna uma virtude fundamental: a magnanimidade. Sim, o pai tem de ter uma “alma grande”.

Um grande amigo meu e excelente educador uma vez me disse: “Não dê mais de uma ordem por mês nem explique muito”. O pai não deve se preocupar com pequenos defeitos, mas com os grandes. Você não deve encher a vida do seu filho de regrinhas, que desgastam sua autoridade e transformam a relação em mera cobrança.

Lembre-se: resolver uma crise é, antes de tudo, falar a um amigo.  Mas como ter uma amizade com seu filho se não houver convívio? Quer um filho bom? Gaste tempo com ele. Quem não tem tempo para os filhos é porque tem priorizado outros assuntos em detrimento da família. A tendência dos filhos é seguir o mesmo caminho. Se o pai não se fizer presente e não impuser regras, a sociedade se incumbirá dessa tarefa - muitas vezes da pior forma possível.

Os pais modernos se vangloriam de serem cúmplices de seus filhos. Mas tal cumplicidade nem sempre é verdadeiro amor. A esse respeito o Papa Bento XVI nos dá um testemunho luminoso: “Recordo sempre com grande afeto a profunda bondade de meu pai e de minha mãe. É claro que para mim bondade significa também a capacidade de dizer ‘não’, porque uma bondade que deixa tudo correr às soltas não quer fazer o bem ao outro”.

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é autor de “Um olhar que cura” (Editora Canção Nova) e consultor do Vaticano para assuntos de Catequese.

Incluído na Coluna: FORMAÇÕES | 2 Comentários »